Jonelle Summerfield
Oliver, seu gato, despertara cerca de cinco vezes dentro dos trinta minutos em que havia se aconchegado no agradável tapete felpudo. Nestes momentos, o felino olhava atentamente para a janela da sala, como se algo ali estivesse. Na sexta vez, inquieto, ele caminhou lentamente até o centro da sala, fitando a janela e externando um som vibrante, introspectivo e instintivo, para a defesa de seu território. Ana, ao ouvir aquele som, levantou-se do sofá reclamando dos gatos dos vizinhos que sempre vinham à noite. Ao passar pelo pequeno animal, que permanecia sentado, fez-lhe um afago e tão logo abriu a cortina para espantar o intruso do jardim. Imediatamente os olhos de Ana transtornaram-se em mórbido pavor, pois no jardim estava Oliver, esquartejado sobre uma poça de sangue.
Oliver, seu gato, despertara cerca de cinco vezes dentro dos trinta minutos em que havia se aconchegado no agradável tapete felpudo. Nestes momentos, o felino…
Ela adentrou o ônibus desconfiada, ainda assim hesitou em perguntar se realmente um dos pontos de parada era aquele…
Gabriela se levantou assustada, aos prantos e gritos, acendeu o candeeiro e iluminou ao redor. Nada havia, nada além da sensação absurda…
No entanto, naquela noite, a minha maldita curiosidade despertara quando, no meio de um falso livro, encontrei a chave. Fui direto àquela grande porta de ferro e todo…
A tempestade não cessa e Jonathan está sentado, como sempre, frente à tela de seu computador. Para seu infortúnio, um estrondo o desperta do transe e as luzes…
Despertara com o frio que adentrava a janela entreaberta, lá fora uma névoa densa se espargia e ela apreciou a paisagem incomum, no entanto um assombro emergiu…
No despertar noturno uma sombra atravessa a tenra luz vinda da lua cheia. Olho apressada e trêmula, é nada além de uma coruja. Vou à janela para observá-la e no instante seguido…
Passando pelo arvoredo, Nanda estagnou ao sentir-se arrefecer e um fino arrepio assombroso tocou suas costas; sem perceber os seus próprios movimentos…